Você tem "Tempo para Deus" #devocional 15
- devtempoparadeus
- 5 de abr. de 2019
- 2 min de leitura
Você tem “Tempo para Deus” #devocional15
Não trabalhe para o Senhor, Deus não tem empregado e sim filho!
Tem a letra de uma canção que diz:
Não tenhas sobre ti, Um só cuidado, qualquer que seja Pois um, somente um, Seria muito para ti
Não temas quando enfim, Tiveres que tomar decisão Entrega tudo a mim Confia de todo o coração
É meu, somente meu Todo o trabalho E o teu trabalho é descansar em mim.
Avaliar nossos períodos de oração pode ser um outro obstáculo à oração. Um amigo meu disse que seus tempos de oração não eram muito bons até que alguém o aconselhou a não mais avaliá-los. De fato, disseram-lhe que o único critério que devemos usar para avaliar sua oração era sua fidelidade em cumprir um horário certo diariamente diante do Senhor. Ele seguiu este conselho, e foi retirada dele uma enorme pressão.
Devemos parar de avaliar nossa oração. Jesus é o único qualificado para fazer isto.
Podemos estar fazendo exatamente o que ele quer, e ele pode estar muito contente conosco, mas se seguirmos os nossos sentimentos podemos dar a nós mesmos uma avaliação baixa e achar que somos um grande desapontamento para ele.
Nas “Cartas do Inferno” de C. S. Lewis, um demônio mais idoso, Murcegão, aconselha um demônio mais novo, Cupim, sobre desviar pessoas do Senhor, chamado por ele “o inimigo”. Murcegão insiste particularmente em que os períodos de sequidão – valas ou depressões – são de imenso valor para o Inimigo estimular o crescimento do crente individual.
De fato, Murcegão escreve: “Alguns dos seus prediletos especiais (do Senhor) têm passado por vales mais longos e mais profundos do que os demais”. Ele aconselha Cupim a se lembrar que “as orações oferecidas nos períodos mais depressivos são as que mais lhe agradam... Nossa causa nunca estará em maior perigo do que quando um homem, não mais querendo, mas mesmo assim pretendendo fazer a vontade de nosso Inimigo, perscruta o universo do qual se parecem ter apagado todos os traços de sua presença e interroga por que é que foi desamparado – e ainda assim persiste em obedecer”.
É claro que nossa oração e relacionamento com o Senhor não devem ser um período interminável de depressão. Devemos experimentar, no decorrer normal da vida, tanto os cumes quanto as depressões.
Mesmo quando sentimos que nossa oração está mais seca do que um deserto, não devemos ser influenciados por isto. Na verdade, todo cristão experimenta sequidão na oração em algum período da sua vida. O Senhor deixa isto acontecer para que possamos dizer: “Jesus, não importa como estou me sentindo, não importa se passo todo este tempo sem sentir nada. Eu te amo e vou passar este tempo contigo”. Isto agrada profundamente ao Senhor.
Nosso relacionamento com o Senhor não deve ser menosprezado. É um compromisso muito sério. Se o negligenciamos, colheremos os resultados de uma vida cristã sem poder, destituída, na maior parte, de paz e direção. Se o alimentarmos através de oração e da Palavra, nossa vida será um testemunho da alegria, força e confiança que se encontram somente num relacionamento com o Senhor.
Nossas orações não podem ser motivadas pela emoção e sim pela convicção!
Bom dia a todos!





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